quarta-feira, 20 de agosto de 2014

O Perigo vem do Espaço



Por Gério Ganimedes


Localizada numa zona privilegiada do sistema solar, da galáxia e até mesmo do universo, a Terra parece estar numa zona de conforto que deixa os menos informados na total despreocupação dos perigos espaciais que nos cercam, no entanto esta íris azul do sistema solar, já foi e continua sendo alvo de verdadeiros projéteis cósmicos que nos atingem diariamente, mas que na grande parte chegam ao solo terrestre em fragmentos tão pequenos que não podem ser catalogados ou nem mesmo percebidos. Outros por outro lado podem, se nos atingirem, devastarem em segundos toda vida do planeta.

   
Depois de um ano e meio da queda do meteorito de Chelyabinsk na Rússia (conforme já postado aqui no Projeto Quartzo Azul - link 1, link 2), a comunidade internacional avançou significativamente na luta contra a ameaça que vem do céu – Os Asteróides. O Comitê das Nações Unidas para o Uso Pacífico do Espaço (COPUOS) alertou e recomendou que fosse desenvolvida uma rede internacional de avisos de asteróides (International Asteroid Warning Network, IAWN), além disso, dando continuação ao tema em uma recente reunião do Comitê em Viena, a delegação russa propôs criar sob a tutela da ONU um centro informativo único de monitoramento do espaço. A idéia de criar uma rede distribuída de telescópios é de não deixar escapar do controle dos astrônomos e das organizações científicas rochas com tamanho significativo e que podem colocar a civilização em risco. Isso já ficou constatado com o incidente de Chelyabinsk quando a explosão de uma rocha espacial sobre a cidade russa, causou destruição e feridos numa grande área.  O acontecimento deixou em alerta a comunidade científica quando todos foram pegos com as calças nas mãos.

Meteoro de  Chelyabinsk
Rússia, 15 de fevereiro de 2013
A cada dia um novo corpo celeste ameaçador vem sendo descoberto, alguns com risco de nos atingir daqui a centenas de anos como a recente descoberta feita por pesquisadores da Universidade do Tennessee. Que de acordo com os cientistas o asteroide 1950 DA, um gigante com um quilômetro de diâmetro e que viaja pelo espaço a uma velocidade de 60 mil km/h tem uma chance em trezentos de atingir a Terra. Pode parecer pouco, mas essa é a probabilidade mais próxima já registrada disso acontecer. Se uma rocha de tamanha proporção atingir nosso planeta, as consequências serão devastadoras para a Humanidade. O impacto calculado teria uma força de cerca de 44.800 megatoneladas de TNT, provocando uma explosão e diversas tsunamis. A poeira levantada seria o suficiente para mudar o clima do planeta, eliminando a vida sobre a Terra.  Outros corpos celestes “andarilhos” passam a milhões de quilômetros da Terra sem sequer colocar em risco o nosso satélite natural – a Lua. O trabalho de “varrer” o espaço em busca de pedras perigosas, é difícil de ser executado e para que tenhamos resultados significativos, deve ser feito em conjunto, caso contrário, cegos e desavisados podemos ser atingidos repentinamente e de surpresa como aconteceu na Rússia. Estar alerta para estes corpos rochosos extraterrestres, não nos livra do perigo, no entanto, ao menos saberemos quando eles vão nos atingir, pois já estão sendo projetadas tecnologias para mudança de curso e até mesmo para destruição total ou fragmentação deste tipo de ameaça cósmica.

Diante desta nova “janela” de observação do espaço, sejam através de potentes telescópios, satélites altamente sofisticados ou simples telescópios de astrônomos amadores, já surgem novas modalidades de observações, visões, curiosidades e teorias sobre vida extraterrestre. No entanto, devemos a cada nova modalidade de observação e análise de imagens, devemos ter cautela, tanto nas relações de distâncias astronômicas, datas, probabilidade real de impacto, como também nas conclusões sobre as imagens apresentadas (qualidade e resolução).  

É o caso do asteróide 1999RQ36 já exposto em diversos portais que falam sobre astronomia, ufologia e também os sensacionalistas. Algumas das imagens do corpo celeste, "ditas" como captadas pelo satélite de observação canadense NEOSSAT (Near Earth Object Surveillance Satellite), causaram um alvoroço no meio ufológico, quando mostraram o que parece uma “estranha formação geométrica piramidal” sobre a superfície do asteroide, conforme pode ser observada nas fotos abaixo. Mas estas fotos são reais? Conduzindo esta divulgação, que analisada a fundo, mostra ser uma farsa, então vamos dar um "gostinho" de que acreditamos e vamos conduzir pelo lado "fantasioso" de quem as criou. Mesmo que fosse verdadeira, esta formação anômala poderia ser, simplesmente, uma estrutura cristalina natural do asteroide, por outro lado levanta também outras possibilidades que tornam-se intrigantes para os mais assustados e apressados, e que ultrapassam as colunas da ciência acadêmica e também vão muito "além da imaginação".  

Detalhes tão reais que tornam-se falsos!
Apesar deste material já ter sido apresentado por um grande número de sites, durante o tempo em que estive afastado do Projeto Quartzo Azul, quero aproveitar a oportunidade para deixar aqui minha opinião, análise e algumas hipóteses sobre o que "poderia ser" se fosse verdade, a estranha formação ou anomalia estrutural “visível nas imagens fornecidas”, que não cruzam com as captadas e apresentadas pelo site da NASA e da missão de observação. 


Agora, se tudo isso fosse verdade!

Bem, mas se me derem corda, eu vou em frente e podem aparecer até Babuínos na história (só os fortes entenderão). Uma das hipóteses que pensei logo que vi as imagens, analisando-as digitalmente e ampliadas, é que esta estrutura ou sólido espacial, podia tratar-se de uma espécie de sonda alienígena colocada ali com propósito de estudar a estrutura da rocha em sua viajem através do cosmos, uma espécie de equipamento de localização (tipo um GPS ou cinta de localização) assim como os cientistas e biólogos colocam em espécies animais para saber sua localização e deslocamento.  A segunda hipótese é de que pudesse ser uma estrutura remanescente da arquitetura de alguma civilização extraterrestre, restos de um planeta destruído pelo impacto com um gigantesco asteroide, o que causou a ruptura e a fragmentação do planeta, deixando vestígios de uma civilização avançada sobre a superfície. A terceira pensava ser uma espécie de sonda extraterrestre que se utilizando de um corpo espacial “nada suspeito” poderia viajar despercebida, vasculhando o universo atrás de vida inteligente. Por último seguindo um padrão mais cético, pensei ser uma grande formação de estrutura cristalina, que se assemelha a um gigantesco cristal de rocha incrustado no corpo do asteroide. São inúmeras as teorias que podem ser desenvolvidas quando temos um material para análise de origem duvidosa, no entanto, mesmo assim ficamos sempre nas suposições, pois não temos maior nível de detalhamento na observação, nem certeza da fonte das imagens. Outra, as imagens sofrem distorção e aberrações ópticas que nos conduzem a erros para uma análise mais conclusiva. Fora isso, mesmo eu sabendo que é mais uma farsa comparando com as imagens de sites confiáveis de observação do asteroide, eu ainda assim se fosse verdade, não acredito que pudesse ser como alguns afirmaram uma espécie de “projétil alienígena controlado” com objetivo de destruição da Terra, pois se uma raça inteligente e hostil tivesse em mãos tal tecnologia, não mandariam um pedaço de rocha até nós como se estivesse brincando com um estilingue gigante, viriam pessoalmente nos destruir. 

Vejam as notícias com olhos de ver, antes de acreditarem que já existem "asteroides movidos a controle remoto alienígena"! 

Fiquem bem

Texto: Gério Ganimedes
Colaboração especial: Rosana Ganimedes

Postagem dedicada a minha esposa e eterno amor... Rosana




Gério Ganimedes
Direitos Reservados – Projeto Quartzo Azul©©

domingo, 29 de junho de 2014

Vimana ou Torre de Babel ?

 A Torre de Babel


Por Gério Ganimedes


 A Torre de Babel, segundo a narrativa bíblica através do Gênesis, foi uma torre construída pelos descendentes de Noé, após o dilúvio. No capítulo 11 do livro sagrado, é narrada a história de um grupo de pessoas, que antes do surgimento das diversas línguas, foram morar no oriente, na planície de Sinear, uma terminologia usada na Bíblia Hebraica para se referir provavelmente à região da mesopotâmia. A passagem explica o método construtivo dos babilônicos, com tijolos e betume, ao invés da técnica palestina de construir com pedra e cal. A estrutura é normalmente associada aos antigos templos babilônicos, muito embora o texto não faça qualquer associação religiosa à torre. Segundo a narrativa, Iavé, o Deus hebraico, então, desce "para ver a cidade e a torre, que os filhos dos homens edificavam" e vendo o que faziam, decidiu confundir-lhes as línguas para impedir que prosseguissem com sua edificação, dizendo "Vinde, desçamos e confundamos ali a sua linguagem, para que não entendam a linguagem um do outro".

Apesar do contexto babilônico da história, não se conhecem relatos paralelos na mitologia babilônica. Existe, no entanto, uma história parecida à da Torre de Babel na Mitologia suméria chamada Enmerkar e o Senhor de Aratta, na qual Enmerkar de Uruk constrói uma massiva edificação em Eridu e os dois deuses rivais, Enki e Enlil que acabam por confundir as línguas de toda a humanidade, como efeito colateral da sua discussão. Esta história teria sido usada para explicar a existência de muitas línguas e etnias diferentes, entretanto podemos “virtualizar” uma teoria sobre a chegada de diferentes raças aqui na Terra. 


A estrutura da lendária torre, que pretendia chegar mais perto de Deus, contém uma grande semelhança com as naves chamadas de “vimanas” inseridas na cultura indiana. A “Vimana” é um veículo voador mitológico, descrito na literatura antiga da Índia e faz referências a veículos voadores possivelmente extraterrestres. Estes veículos são comuns nos textos antigos hindus descrevendo inclusive, seu uso na arte da guerra.


Independentemente de serem capazes de voar na atmosfera terrestre, consta que as vimanas também viajam pelo espaço e sob a água. Descrições contidas nos Vedas e na literatura indiana recente, falam de “vimanas” de várias formas e tamanhos, mas curiosamente, fazendo um paralelo com a Torre de Babel, podemos levantar a hipótese de que na verdade a torre que se tornou o símbolo para explicar as divisões das raças pode muito bem ser um veículo vindo do espaço trazendo para a Terra um grupo de exilados extraterrestres, o que poderia explicar a grande diferença cultural de todas as raças que habitam nosso planeta. Alguns ufólogos da atualidade atribuem às vimanas, evidências de civilizações tecnologicamente avançadas do passado – Teoria dos astronautas antigos. Se tantos textos fazem referencia a estes veículos alienígenas em forma de torre, não teríamos aqui, neste caso em especial, um erro de interpretação de quem transcreveu o livro sagrado?  No livro de Edgard Armond – Os Exilados de Capela o autor pressupõe a existência de uma civilização muito desenvolvida, moral e intelectualmente, que habita o quarto planeta em órbita de Capella, estrela da constelação do “Cocheiro”. De acordo com o escritor um grupo de habitantes de Capella não teria seguido as regras da evolução moral dessa civilização e seus “espíritos” teriam sido banidos para o planeta Terra há cerca de 5.000 anos, dando início à jornada de toda a raça humana por meio de sucessivas “encarnações”. Assim, devido ao alto grau de conhecimento que possuíam, se destacaram na matemática, astronomia, arquitetura, agricultura e navegação, deixando obras como as pirâmides do Egito, os jardins suspensos da Babilônia e as edificações maias e astecas assim como outros destaques arquitetônicos espalhados pelo  planeta. Na literatura e nos registros históricos, parece que as idéias se cruzam gerando ângulos convergentes, que apontam e até mesmo explicam, que nossa origem vem diretamente das estrelas.

 Capela na Constelação do Cocheiro

Penso que, os registros arqueológicos e as inscrições sagradas antigas, de diversos povos, só vêm a provar que fomos visitados por seres extraterrestres, então, quem sabe, estes “exilados” vistos e interpretados por outras crenças religiosas e doutrinas, como “espíritos”, tenham sido na verdade seres alienígenas de raças e línguas diferentes, deixadas aqui na Terra para se purificarem e evoluírem, para um dia regressarem para sua origem, como um “prêmio” por sua evolução. Se for assim, diante do quadro social e evolutivo que vivemos, estamos muito longe deste dia, pois em matéria de evolução o ser humano parece estar caminhando no sentido contrário, muito longe de ser digno de receber como prêmio uma passagem de volta para casa.

Texto: Gério Ganimedes
Colaboração: Rosana Ganimedes

Dedicado ao meu eterno amor... Rosana

Gério Ganimedes
Direitos reservados – Projeto Quartzo Azul©©

terça-feira, 20 de maio de 2014

Maldição da Múmia ou Contaminação Extraterrestre?

Máscara de Tutankhamon
Ouro maciço para proteger os servos
das emanações energéticas mortais
mesmo após a morte do faraó



Por Gério Ganimedes


A cada dia, surgem novas teorias baseadas em estudos recentes sobre a história “humana” sobre a Terra e muitas apresentam uma ideia não tão nova de que nossos ancestrais são extraterrestres e somos o resultado de manipulação genética dos “Deuses”, mas isso não é novidade para ninguém. O que me atento a observar é como a igreja vem batendo repetidas vezes na mesma tecla sobre a aceitação da ideia de visitantes alienígenas em nosso planeta. Segundo alguns estudos mais radicais, todas as gerações das épocas bíblicas, incluindo o povo egípcio são repletas de lacunas e cercadas de mistérios inexplicados, com histórias e narrativas que na maior parte das passagens ficam sem uma explicação crível caindo quase sempre na argumentação de que é assim porque foi escrito numa linguagem "sagrada" ou "simbólica".

Aproveitando-me do momento em que o tema volta a superfície reapresento aqui para nossos leitores uma matéria que publiquei em 04 de fevereiro de 2012 com o título:



Maldição ou Contaminação Extraterrestre?



O Segredo Escondido por Trás da Mumificação dos Faraós


Conta à história que segundo a tradição egípcia a maldição da Múmia ou do Faraó é a crença de que qualquer pessoa que perturbe a múmia de um faraó do Egito antigo cai por uma maldição pela qual a vítima morrerá em breve. A Maldição do Faraó é uma lenda contemporânea que surgiu no início do século XX, ninguém sabe exatamente quem é o iniciador, mas a mídia, ao mesmo tempo tornou uma lenda de renome internacional, tornando-se uma caixa de material para criação de livros e filmes do gênero.

No passado houve uma crença de que as tumbas dos faraós tinham maldições escritas sobre elas ou nos seus arredores, uma advertência para aqueles que sabiam ler, não entrassem. Há casos ocasionais de maldições que aparecem no interior ou na fachada de uma tumba, como no caso do mastaba de Khentika Ikhekhi da 6ª dinastia em Saqqara. Estas parecem ser mais dirigidas aos sacerdotes para proteger cuidadosamente a tumba e preservar a pureza ritual, em vez de uma advertência aos ladrões em potencial. Embora tivesse havido histórias de maldições que remontam ao século XIX, elas se multiplicaram na sequência da descoberta de Howard Carter - do túmulo de Tutankhamon.  A maldição associada com a descoberta da tumba do faraó Tutancâmon da XVIII Dinastia, é a mais famosa na cultura ocidental. Ela afirma que alguns membros da equipe de arqueólogos que desenterraram a múmia do faraó Tutancâmon morreram de causas sobrenaturais na sequência de uma maldição do governante falecido. De fato, vários membros da equipe morreram alguns anos depois da descoberta, incluindo o ilustre Lorde Carnarvon, promotor das escavações. Muitos autores e estudiosos da área negam que houvesse escrito uma maldição, mas outros dizem que Howard Carter encontrou na antecâmara um óstraco de argila com uma inscrição dizendo: "A morte vai atacar com seu tridente aqueles que perturbarem o repouso do faraó". Com certeza de acordo com fatos parece uma história de filme de horror, mas aconteceu mesmo na primeira metade do século passado, quando segundo narrativas e dados verídicos, mesmo morto há mais de 3 mil anos, o faraó egípcio Tutankhamon teria conseguido eliminar os invasores que entraram em sua tumba, perturbando o seu sono milenar, contudo não se trata de uma história de múmias, e sim de uma cadeia de eventos sinistros que muita gente taxou de maldição. Tenho uma teoria bem interessante a respeito disso e quero compartilhar com vocês, mas farei mais abaixo.

A história toda tem seu início em novembro de 1922, quando os arqueólogos Howard Carter e Lord Carnarvon entraram pela primeira vez na tumba do faraó egípcio, então morto há pelo menos 3.300 anos. O conteúdo do sepulcro era de valor incalculável, com um caixão de ouro e a múmia envolta em muitas jóias, sem falar da encantadora, misteriosa, valiosa e protetora máscara de ouro do faraó. Porém, tão logo os arqueólogos saíram do túmulo, iniciou-se uma forte tempestade de areia, o que seria uma espécie de prenúncio dos acontecimentos misteriosos que viriam a seguir, como se o faraó morto estivesse vingando-se dos “violadores de túmulos”.

 
Cinco meses depois da expedição, Lord Carnarvon, que estava com 57 anos, foi picado no rosto por um mosquito. Não deu atenção para o ferimento e resultou numa infecção. O quadro evoluiu para septicemia (infeção generalizada) e Carnarvon ainda contraiu uma pneumonia grave. Morreu num hotel do Cairo e, na mesma hora, um blecaute apagou todas as luzes da cidade. Nos meses seguintes ao achado, já no ano de 1923, outras pessoas que integravam a expedição e que entraram no túmulo de Tutankhamon também morreram em circunstâncias misteriosas, como Aubrey Herbert, meio-irmão de Carnavon. George Jay Gould, um dos investidores da expedição, morreu de pneumonia, que contraiu ao visitar o túmulo; já Richard Berthell, que ajudou Carter a catalogar os tesouros encontrados na tumba, suicidou-se aos 49 anos. Em 1930, Lord Westbury, que tinha em seu quarto um vaso encontrado no túmulo do faraó, morreu ao atirar-se pela janela de um prédio londrino.

Pelo período de até 1939, quando Howard Carter teve morte natural, mais de uma dúzia de pessoas relacionadas à descoberta da tumba morreram – de doenças “misteriosas” ou acidentes. Pelo menos nos casos de mortes por doenças, pesquisadores acreditam que as vítimas foram contaminadas por algum misterioso fungo existente no interior da tumba. Outros dizem que os egípcios contaminaram a tumba do faraó com venenos que só eles conheciam, antes de lacrá-la.

Enfim a última vítima da suposta maldição de Tutankhamon foi Mohammed Ibraham, diretor de antigüidades de um museu do Cairo. Em 1966, ele participou de uma reunião onde autorizou que peças encontradas no túmulo do faraó fossem enviadas a uma exposição em Paris. Ao final de tal reunião, Mohammed foi atropelado e morreu no hospital, contudo, talvez, esta tenha sido a maneira que as autoridades encontraram para informar as mortes em circunstâncias talvez bem diferentes do que realmente aconteceram. Li muito a respeito e pesquisei por meses os relatos das mortes dos integrantes da expedição e pude concluir que todas estão cercadas de fatos misteriosos e narrativas incoerentes. Tenho uma teoria que talvez deixe muitos pensando que eu sou um "teórico das conspirações impossíveis", mesmo assim vou me arriscar.

"Os Híbridos ou Semideuses Eram Embalados ou Mumificados Para Proteger os Escravos da Morte Através de Energias Desconhecidas e por Contaminação Bacteriológica e Viral" - Gério Ganimedes

Egito, “Vale dos Reis”, extraterrestres com características biológicas mortais que aqui chegaram, com objetivo de deixarem seu império biológico manipulado na Terra, escolhem jovens virgens e iniciam um processo de reprodução. Na verdade a geração de uma raça híbrida, semelhante aos humanos, porém com poderes suficientes para controlar, com o poder de um faraó, legiões de escravos para que um império alienígena deixasse aqui seu registro. Neste caso “um Deus” descido do céu em sua carruagem de fogo, saia do âmago de sua carruagem dourada e exigia que fosse lhe entregue uma virgem para que esta fosse “abençoada” com o nascimento de um semideus ou um faraó que iria governar todo um império e uma dinastia, sob o controle de uma força divina e extraterrestre.

E foi assim, que provavelmente aconteceu com Tutankamon. Segundo registros históricos ele era filho e genro de Akhenaton, o faraó que instituiu o culto de Aton, o deus Sol e filho de Kiya, uma esposa secundária de seu pai. Casou-se aos 10 anos, provavelmente com sua meia-irmã, Ankhesenamon, assumiu o trono quando tinha cerca de doze anos, restaurando os antigos cultos aos deuses e os privilégios do clero, principalmente o do deus Amon de Tebas. Morreu em 1324 AC, aos dezenove anos, sem herdeiros - com apenas nove anos de trono. Este ponto, mais especificamente, foi o que levaram especialistas a especularem sobre a hipótese de, “doenças hereditárias na família real da XVIII dinastia”, segundo o Dr. Zahi Hawass, secretário-geral do Conselho Supremo de Antiguidades do Egito, mais conhecido de vocês como “O Caçador de Múmias” do History Channel.


 Foto/crédito: Ben Curtis/AP

O Egito viveu períodos de doenças e pragas terríveis, vinculadas quase que em sua totalidade, a vingança de “Deus”, entretanto vejo isso como o lado romântico e fantasioso da história. O que aconteceu realmente foram doenças trazidas pelos visitantes extraterrestres, que estavam gerando híbridos doentes e com bactérias e vírus mortais aos humanos, sendo eles mesmos, os híbridos, vítimas de sua própria criação.

Dizer então, que as pragas do Egito seriam a fúria de Deus, soa para mim, com um fundo de verdade se analisarmos, apenas a sua origem: “Deuses Astronautas do Passado”.

 
Entretanto estes viajantes, visitantes ou imperadores do céu, através de suas técnicas de reprodução e manipulação genética, não tinham o tempo a seu favor, seu planeta, viajante, logo estaria longe da órbita da Terra e suas naves não teriam força para alcançá-lo em seu retorno, então suas experiências químicas e biológicas foram um verdadeiro desastre científico. Dividiam o tempo em que aqui estiveram em processos arquitetônicos e de manipulação genética de introdução de uma linguagem, contudo parece que sua estadia aqui foi rápida e talvez ineficiente.

Crânios Alongados de Paracas
Paracas está localizado na província de Pisco, na Região Inca, na costa sul do Peru

Os híbridos nasciam com o crânio alongado, o que se fazia necessário ocultá-lo desde pequeno da população de escravos e servos que estavam próximos dos faraós, por isso o uso constante de turbantes e adornos para a cabeça, normalmente alongados com as mesmas características de seus progenitores. Eram sensíveis as bactérias e vírus terrestres, o que explicaria a morte prematura de muitos faraós e “herdeiros dos Deuses”. Estranhas doenças, muitas até hoje, fora de padrões e características “terrestres”, coisa que foi facilmente escriturada como “pragas”.


Bem, finalmente, cheguei onde queria chegar. Se estas criações híbridas ou semideuses, com poderes de controlar escravos, comandar legiões sob o domínio do medo ou sob a ameaça do poder divino vindo dos céus, eram especiais e parte extraterrestres, quando morressem, sua estrutura biológica poderia fazer mal para aqueles que a tocassem.

 
Então uma técnica extraterrestre foi ensinada aos chamados “embalsamadores”, para que protegessem o corpo, “não aquela historinha de manter o corpo bonitinho pra outra vida”, mas sim, para não causar a morte de centenas, senão milhares de escravos que entrariam em contato com a ameaça vinda das estrelas e que seria liberada no momento em que o corpo entrasse em decomposição. As pirâmides não foram apenas monumentos deixados aqui na Terra pelos Astronautas do Passado, mas o próprio sepulcro lacrado e protegido, um laboratório de contenção, para não alastrar uma força energética liberada pelos híbridos ou até mesmo uma praga pandêmica que poderia aniquilar toda a população da Terra.

A história como sempre é muito fantasiosa, harmônica e enfeitada para que aceitemos de forma romântica o passado das civilizações e não questionemos o que se esconde nas entrelinhas do passado. O que aconteceu na verdade, foi que ao abrir o túmulo de um faraó, que estava devidamente protegido para não disseminar algo perigoso para nós, os “cientistas profanadores de túmulos”, que se chamam de arqueólogos e escavadores da história, abriram foi uma caixa de pandora, com elementos nocivos e extraterrestres, que talvez, sejam a origem de muitas das doenças terrestres, ainda sem cura ou explicação e quem sabe, muitas destas pragas cósmicas podem ainda estar adormecidas esperando apenas uma picareta, pá ou um simples martelo para libertá-las.

“Tornar um perigo real em maldição é muito conveniente para a ciência, pois o medo cumpre o papel da mordaça que silencia a dúvida e a curiosidade”.

Gério Ganimedes

Para mim Tutankhamon não foi apenas um jovem faraó, mas um híbrido com poderes recebidos em sua concepção “divina”. Entretanto como era uma entidade parte homem e parte Alien foi destruído por sua própria fraqueza, as contaminações terrestres, deixando guardado dentro de seu próprio corpo mumificado uma herança de bactérias e vírus extraterrestres que um dia, seriam expostos pela cápsula do tempo e pela curiosidade e ganância do homem.

Texto: Gério Ganimedes
Colaboração: Rosana Ganimedes



Gério Ganimedes
Direitos Reservados - Projeto Quartzo Azul©©

Fontes de Pesquisa: History Channel, Wikipédia, National Geographic

domingo, 18 de maio de 2014

Óvnis Próximos do Aeroporto Salgado Filho em Porto Alegre?



Por Gério Ganimedes

Quatro luzes estranhas foram captadas pela câmera de um colaborador anônimo do Projeto Quartzo Azul. Esta foto foi obtida no dia 04 de março de 2014 por volta das 10 horas e 30 minutos no Aeroporto Salgado Filho Internacional de Porto Alegre – Rio Grande do Sul e enviada para nós para análise. Os “óvnis” que aparecem na foto parecem estar em formação irregular sobre a região mais alta da cidade. Da para observar no detalhe ampliado da fotografia que os mesmos possuem dois pontos de emissão de luz envolvidos por um halo brilhante de grande intensidade. Mesmo após analise através de ampliação digital fico na dúvida para concluir se são óvnis ou reflexo nas lentes da câmera, mas a primeira vista a fotografia impressiona.



Texto: Gério Ganimedes
Colaboração: Rosana Ganimedes

Gério Ganimedes
Direitos Reservados – Projeto Quartzo Azul©©

quinta-feira, 8 de maio de 2014

Contatados




Por Gério Ganimedes

O conteúdo deste post, apesar de tratar do mesmo tema que será apresentado no próximo Fórum de Ufologia no Brasil não tem qualquer conexão com os envolvidos no evento.

Timidamente e aos poucos, talvez encorajados pela grande abertura de informação na internet e também pela aceitação da ufologia no mundo, surge um grupo de pessoas que passou a narrar sem medo, um tipo especial de experiência.  Relatos extraordinários ligados a avistamentos de óvnis e comunicação com seres de origem conhecida ou desconhecida. Este grupo de pessoas, conhecido nesta pseudociência, como “Contatados” é formado por pessoas que possuem muito mais do que histórias semelhantes ou com um elo de coincidência. Para abrir em público este tipo de experiência, é percebido que o “escolhido” necessita dividir a carga experimentada com outros que também viveram experiências parecidas e assim aliviar um pouco os efeitos psicológicos depois choque do evento. Uma das curiosidades destas histórias contadas, muitas com riqueza de detalhes, parecem mostrar que algo muito maior une aqueles que vivenciaram a grandeza de um evento de contato, seja ele de primeiro, segundo, terceiro ou quarto grau. Muitos dos contatados que assumiram ter experimentado a grandeza de um contato extraterrestre, parecem criar uma forte ligação com outras pessoas que fazem parte deste grupo. Que força é esta que une misteriosamente as pessoas que vivem um contato? Que tipo de energia desconhecida, no entanto compartilhada envolve os contatados? Penso que é como um casamento ou comunhão. É criado uma espécie de fio condutor conectado a cada novo membro do grupo. Talvez uma maneira de preparar uma rede energética para o "Dia do Contato". Ninguém é mais ou menos por ter sido experimentador do contato extraterrestre, entretanto algo diferencia os escolhidos, as vezes tornando-os alvos de críticas e exclusão do grupo cético.


Muitos contatados perguntam por que foram escolhidos para viver, tanto as boas como as más experiências? Citando como exemplo das más experiências, me refiro aos casos em que as “vítimas” estiveram dentro de naves extraterrestres, dentro de salas com muita luz, acompanhadas de seres com olhos grandes e escuros, observando-as e manipulando-as com instrumentos que causaram dor e sofrimento. Esta seleção será aleatória? Difícil responder sem ter total conhecimento do assunto, no entanto tenho uma opinião formada a respeito dos casos das experiências positivas. Está sendo formada uma espécie de corrente energética de preparação para o contato. Diante da janela do mundo atual, e vocês concordarão comigo, a humanidade impregnada pela maldade e desconfiança, não está preparada para fazer um CONTATO, então este grupo que cresce diariamente parece estar formando uma “rede neural de consciência” para preparar um “amálgama” composto por pessoas que têm energia suficiente para preparar o grupo maior, que é formado por aqueles que ainda não acreditam em vida extraterrestre.

O Projeto Quartzo Azul está mais uma vez oferecendo o seu espaço para todos aqueles que quiserem narrar suas experiências extraordinárias com avistamentos de óvnis ou contatos que podem ir de primeiro até quarto grau, para que assim, juntos, possamos analisar se não existe mesmo uma rede de conexão com apoio ou origem extraterrestre que permita gerar o pulso de conhecimento com força suficiente para conscientizar e preparar toda a humanidade para o tão esperado por nós ufólogos - “Dia do Contato”.  Deixe seu relato através de um comentário para que os interessados interajam e compartilhem, tanto as boas como as más experiências, de um possível contato.

Fiquem bem

Texto: Gério Ganimedes
Colaboração: Rosana Ganimedes

Dedicado a minha anja linda de olhos azuis, meu eterno amor Rosana Ganimedes

Gério Ganimedes
Direitos Reservados – Projeto Quartzo Azul©©


domingo, 27 de abril de 2014

Os Pinóquios da Ufologia e os Senhores da Verdade



Por Gério Ganimedes


A liberdade de expressão na ufologia é confundida muitas vezes com desrespeito as idéias e crenças dos que seguem, estudam, ou são os verdadeiros personagens desta pseudo-ciência.

Fazer ufologia nos tempos atuais, para quem não recebe “incentivo”, tornou-se uma tarefa árdua e desgastante, às vezes até mesmo humilhante. Tenho acompanhado de perto a troca de farpas entre o conhecido “ícone” da ufologia no Brasil (Sr. Gevaerd) com ufólogos, como o colega Chico Penteado, e sinto-me péssimo diante de certas posturas adotadas pela “direita da ufologia”, com pseudo-regras criadas para classificar o que é certo ou errado em matéria de óvnis ou extraterrestres.  Estamos vivendo tempos onde alguns "nomes" parecem ter se tornado “consultores majoritários da ufologia”, ficando a palavra final, como sempre, com eles.  Porque não consultam outras fontes quando se trata de reportagens para a mídia convencional? Gostaria de saber quais são os critérios técnicos ou científicos utilizados para classificar um ufólogo se a ufologia ainda, não é reconhecida como uma ciência alicerçada pelas colunas acadêmicas? Porque um pode ser mais que o outro num "universo" ainda desconhecido? Porque alguns insistem em dizer que sabem mais ou tem base para saber mais? Sabem mais ou ganham “imunidade fiscal” e/ou “donativos” para informar o que é sugerido pelos “interessados” colaboradores? Porque casos ufológicos se tornam cansativos e até mesmo irritantes como a “Operação Prato”? Porque, simplesmente é muito cômodo ficar falando de assuntos que não tem mais consistência de dados ou provas. Então, porque alguns ganham total mérito no assunto, e por isso se acham no direito de dar a palavra final? Acredito que temos muitos ufólogos incansáveis, dedicados, capacitados nas ciências acadêmicas e confiáveis, entretanto acabam por ficar sempre na sombra dos “escolhidos” por uma simples questão de segurança da mídia formal. Lembro-me de uma frase dita por um amigo e incentivador de meu trabalho: “Quando alguém sai na frente, recebe o título de Senhor”, depois disso fica muito difícil mudar o título de “nobre” que foi adquirido, no entanto isso deve mudar. Já não bastam os "entrevistadores" ou comunicadores das notícias globalizadas ridicularizarem os entrevistados ou o assunto, agora temos que aceitar os próprios membros da ufologia criticando, ignorando ou debochando? Já fui atingido antes, no entanto fiquei em silêncio, mas agora basta!

É muito fácil publicar matérias, ditas como exclusivas, tanto em blogs com em revistas com conteúdo às vezes copiado, alterado, idéias plagiadas e outras com textos que perdem o sentido e o significado, para simplesmente encher os olhos, alcançar público, aumentar a visitação, ganhar receita, aumentar a venda e principalmente para atingir reconhecimento mundial. Acreditem - ufologia para alguns é fonte de renda, é produto. Vejo isso, não só em sites que se “acham os bons”, mas também em revistas, canais de TV e DVDs cheios de requinte, com animações e conteúdos dignos de filmes. Devo concordar que muito material publicado, tanto em revistas como em sites, tem conteúdo pesquisado e muito bem elaborado, no entanto, muitas das matérias, causam apenas “calos” nos dedos entre o folhear de páginas e o avançar do “mouse”. O que acontece no Brasil no nível de blogs é que quando não têm mais matéria para publicar tornam-se meros copiadores ou interpretadores de matérias e conteúdos, sem ao menos respeitar os direitos autorais dos verdadeiros criadores das teorias, textos e idéias. São inúmeros os portais na Internet que simplesmente copiam o material publicado traduzindo (mal), enxertando palavras deixando o resultado final da postagem uma verdadeira “asneira ufológica”. Quem é que tem a palavra final sobre o assunto? Ninguém. Nem eu tenho, pois se tivesse não estaria aqui escrevendo. Então, senhores ícones da ufologia, respeitem as opiniões daqueles que são efetivamente contatados, sensíveis, híbridos, reptilianos, ganimedianos ou qualquer outra das centenas de raças alienígenas existentes dentro de uma sociedade que “pensa” ser apenas humana, no entanto com toda a certeza tem parte de seu DNA imutavelmente alienígena.



Ufologia envolve muito mais que apenas pesquisa, ciência, fatos, dinheiro e conhecimento. Ela necessita também de sensibilidade, tato e expansão do consciente – ver além. Se você não conhece totalmente a verdadeira origem extraterrestre, pois não sabemos nada ainda, não questione ou duvide da idéia de outros, simplesmente respeite a sabedoria, origem ou a crença de cada um. Penso que nem eu nem ninguém, que estuda pesquisa ou é apenas um entusiasta sobre o tema pode se achar mais ou menos. Devemos ser humildes quando não dominamos o conhecimento ou a verdade absoluta.

Fiquem bem




Este post é dedicado ao colega Chico Penteado e minha adorável e amada reptiliana, Rosana Ganimedes 

Texto: Gério Ganimedes
Colaboração: Rosana Ganimedes

Gério Ganimedes
Direitos Reservados – Projeto Quartzo Azul©©.

sexta-feira, 18 de abril de 2014

Seremos no Futuro, os Deuses Astronautas de Kepler-186F?

Astronauta Maya


Por Gério Ganimedes

Utilizando-se de uma poderosa ferramenta óptica espacial – o Telescópio Espacial Kepler, da Agência Espacial Norte Americana (NASA), astrônomos descobriram o primeiro planeta com dimensões aproximadas da Terra, orbitando uma estrela na chamada "zona habitável", distância confortável de sua estrela que possibilita ter água no estado líquido. A descoberta do Kepler – 186F confirma a existência de planetas do tamanho da Terra, em zonas habitáveis, ou seja, distâncias seguras de suas estrelas, como a nossa, em relação ao sol. De acordo com os cientistas da NASA, a descoberta do planeta Kepler-186F é um grande passo na incansável e árdua busca para descobrir planetas semelhantes ao nosso. Segundo estimativas  e cálculos astronômicos o Kepler-186F é maior que a Terra, entretanto no que se trata de massa e densidade, estes valores ainda são desconhecidos dos cientistas. Como resultado da observação astronômica, cientistas concluíram que a órbita de Kepler-186F é de 130 dias (1 ano Kepleriano), ou seja, Kepler leva 130 dias para dar uma volta completa em sua estrela. Sua estrutura, baseada nas observações e pesquisas, é pensada em ser rochosa existindo grande possibilidade de ter água no estado líquido. Kepler-186f orbita uma estrela anã que está a cerca de 500 anos-luz da Terra e localiza-se na constelação de Cygnus ou Cisne.

Concepção artística do planeta Kepler-186F
Crédito: NASA Ames/SETI Institute/JPL-Caltech

Mundos como o planeta Kepler-186F, já estão entrando na mira da evolução tecnológica humana e poderão num futuro distante ser o alvo de missões tripuladas de reconhecimento ou colonização. Imagine uma espaçonave construída com tecnologia extremamente avançada, viajando próximo da velocidade da luz e chegando a seu objetivo, como por exemplo, o planeta Kepler-186F. O que poderemos encontrar lá? Penso que aqueles “antigos astronautas” que aqui estiveram, pensaram o mesmo, antes de saírem em suas viagens rumo ao desconhecido, podendo ao chegar aqui, ter encontrado um planeta selvagem e inóspito. Penso que, diferente das teorias de seres extraterrestres conquistadores e destruidores, quem nos visitou por ser evoluído, assim o fez na Terra, unicamente com a missão de colonizar, no entanto pode ter encontrado um planeta habitado por dinossauros e humanoides selvagens. Nossos visitantes colonizadores podem ter se deparado com um verdadeiro “safári das estepes africanas”. Por outro lado, mas numa visão ainda em tempo passado, podem eles ter encontrado aqui tribos nativas já organizadas, porém de nível intelectual e científico atrasado e igualado, as ainda hoje existentes, tribos indígenas recém descobertas que nunca tiveram contato com a civilização moderna. Que atitude estes “antigos astronautas” tiveram diante de um planeta totalmente selvagem? E se chegassem aqui hoje, qual seria a reação diante de nossa civilização?

Nave colonizadora - Galáctica

Agora vamos inverter o quadro, apontando para a “Missão Kepler-186F”. Se fosse possível hoje, tecnologicamente falando, viajar para este mundo distante, como seríamos recebidos se lá encontrássemos um mundo tecnologicamente e socialmente evoluído milhões de anos a nossa frente? Os habitantes de Kepler-186F poderiam nos confundir com uma raça extraterrestre selvagem, já que há milhares de anos agimos assim e talvez estejamos sendo observados. Nossa sociedade continua hoje, como os selvagens do passado de nossa história, matando para conquistar, destroçando para comer, guerreando e destruindo para dominar ou tomar posse. Poderemos ser recebidos “à bala” diante de nosso histórico de dominação e destruição, porque raças evoluídas a princípio agem de maneira social pacífica, no entanto, diante da chegada de uma espécie conquistadora e predadora como a nossa, poderá agir de igual para igual, repelindo o que para eles pode se tratar de uma invasão ou ameaça extraterrestre. Como numa hipótese “espelhada”, quem sabe, os possíveis habitantes deste mundo distante, podem, assim como nós estarem nos observando e talvez preparando uma missão tripulada para estar, onde muitas outras raças já estiveram.     

Eram os Deuses registrados nas paredes das cavernas
Antigos Astronautas? 


Texto: Gério Ganimedes
Colaboração: Rosana Ganimedes
Fonte da notícia: NASA

... Dedicado a minha amada e eterna paixão, Rosana Ganimedes

Gério Ganimedes
Direitos Reservados – Projeto Quartzo Azul©©

quinta-feira, 10 de abril de 2014

Gênesis – Adão e Eva Um Experimento Extraterrestre?

Michelangelo - Adão e Eva


Por Gério Ganimedes


Seguindo a linha de pensamento dos teoristas dos antigos astronautas ou deuses extraterrestres, resolvi desenvolver uma nova ideia fundamentada na possibilidade hipotética da manipulação da genética dos seres que habitavam a Terra, quando os seres divinos aqui chegaram para deixar seus herdeiros. Vou chamar este laboratório alienígena montado aqui na Terra de Projeto Adão e Eva.

Analisando as antigas escrituras sagradas, observa-se que existem diversas lacunas na Gênesis (Bíblia) e pontos críticos onde à compreensão de certas passagens torna-se difícil por parecerem faltar elementos de continuidade da espécie humana sobre a Terra ou “Paraíso”. Sendo um defensor da teoria dos antigos astronautas, aponto a vocês uma visão que talvez vá de encontro com a ideia pré-concebida por muitos sobre estas passagens das escrituras bíblicas. Na minha interpretação, Adão e Eva foram nomes dados às divisões de um grande projeto genético extraterrestre como objetivo de desenvolver os primeiros seres humanos dotados de inteligência gerados a imagem e semelhança de seus criadores, mas com o propósito de “seguirem certas regras” para a perfeita utilização dos recursos do planeta onde foram deixados para se desenvolverem. O que eu quero dizer é que neste “experimento” não existiu apenas um Adão e uma Eva, mas sim muitos Adãos e paralelamente também muitas Evas. Uma experiência alienígena que semeou o planeta Terra com seres perfeitos, inteligentes e híbridos, parte selvagem ou terrestre e parte Divina e alienígena. A hipotética divisão deste Projeto criou talvez centenas de Adãos e as Evas mantendo-os com a base do DNA alienígena celestial, gerando humanos com altura duas vezes maior a do homem moderno e com média de tempo de vida próximo dos 600 anos. Suas características foram herdadas de seus projetistas genéticos assim eram dotados de qualidades especiais, no entanto ocultas em seu DNA. Esta espécie que aqui viveu e se desenvolveu, possuía as características de semideuses, entretanto eram gerados propositalmente ignorantes de suas capacidades biológicas. Normas foram criadas para serem respeitadas sob pena de serem expulsos do “paraíso” onde foram deixados para viver. Estas “leis” para conduta serviam para que seus criadores tivessem controle total do desenvolvimento do projeto Gênesis ou Projeto Adão e Eva, mas parece que algo saiu errado quando uma outra raça alienígena interferiu no projeto, quando aqui chegou.


Na codificação usada nas antigas escrituras sagradas aparece um representante simbólico, desta raça extraterrestre perturbadora que dividiu o espaço terrestre. A serpente era o símbolo da raça reptiliana que interferiu no projeto. Assim, transgredindo os limites do Projeto Adão e Eva, esta raça de seres alienígenas “ensinou” aos humanos aqui deixados o segredo contido em sua estrutura biológica. Os reptilianos mostraram para “Adão e Eva” que eles continham em seu corpo órgãos com capacidade reprodutora da espécie e que eles poderiam ser tão poderosos como os deuses que os geraram. Conscientes de suas capacidades, o respeito ao Deus que os criou desapareceu e todo um projeto de gênesis foi modificado.  


Qual a simbologia da serpente nas escrituras sagradas? Poderia estar referindo-se a outra raça extraterrestre?

Fugindo as leis estabelecidas por seu criador, começaram a procriar e cruzar entre si, desrespeitando o aviso dado. Foi então, que este projeto genético extraterrestre perdeu o controle e a raça criada, antes pura, iniciou um processo de degeneração, criando aberrações genéticas. Com uma falsa sensação de poder divino o homem, desconhecendo o segredo de sua origem, ultrapassou os limites da reprodução da espécie e passou a reproduzir-se descontroladamente entre indivíduos da mesma descendência, ignorando o aviso. As aberrações transformaram os antes semideuses, em uma raça inferior, agressiva e promíscua. Diante da interferência desta outra raça alienígena perturbadora, iniciou-se uma grande “guerra extraterrestre” onde de um lado estava uma raça alienígena com o objetivo de levar o experimento para o abismo e do outro lado, o criador revoltado e com a necessidade de exterminar sua própria criação.  Excluindo-se poucos neste processo seletivo, alguns foram poupados da destruição, avisados por “mensageiros dos deuses”, os anjos das antigas escrituras sagradas. Estes “enviados” ou “classificadores” selecionaram e permitiram viver aqueles que ainda poderiam dar continuidade a espécie do experimento, pois neles permanecia intacto o ensinamento inicial, prevalecendo à capacidade de respeitar, sem questionar as leis impostas por seu criador.  

Destruição de Sodoma e Gomorra
Arma nuclear extraterrestre?

Sob proteção da teoria dos antigos astronautas e da gênesis do Projeto Adão e Eva, aparecem neste ponto, codificadas, às passagens bíblicas da destruição das cidades de Sodoma e Gomorra e logo a seguir o Grande Dilúvio.  


Conectado a esta hipótese pergunto: Teria acontecido um extermínio em massa com o objetivo de destruir um experimento genético que saiu do controle? E se houve mesmo um extermínio, que tipo de arma extraterrestre aniquilou este projeto genético?  

Continua...

Texto: Gério Ganimedes
Colaboração: Rosana Ganimedes

Dedicado ao meu eterno amor, Rosana Ganimedes

Gério Ganimedes
Direitos Reservados – Projeto Quartzo Azul©©


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